Às vezes a gente faz a coisa certa, mas da maneira errada.
Às vezes a gente faz a coisa certa, mas da maneira errada.

(Source: raridade-comum, via reeegiiis)
Quando olho em seus olhos, é como assistir o céu noturno ou um belo amanhecer. Eles carregam tanta coisa e como as estrelas antigas, vejo que você evoluiu muito para chegar aonde está. Qual a idade da sua alma? Eu não vou desistir de nós, mesmo se os céus ficarem difíceis, estou te dando todo meu amor. Ainda olho para cima. E quando precisar de seu espaço para navegar um pouco, eu estarei aqui pacientemente esperando para ver o que vai encontrar. Porque até as estrelas queimam, algumas até mesmo caem sobre a Terra. Temos muito a aprender, Deus sabe que somos dignos! Não, não desistirei… Eu não quero ser alguém que vai embora tão facilmente, estou aqui para ficar e fazer a diferença que eu posso fazer, nossas diferenças fazem muito para nos ensinar como usar as ferramentas, as habilidades que temos, sim, que temos muita coisa em jogo e no fim, você ainda é meu amigo, pelo menos não fomos tendenciosos para funcionarmos, não quebramos, não queimamos… Tivemos de aprender a ceder, sem deixar o mundo ceder à pressão. Tive que aprender o que tenho e o que não sou… E quem sou!
Ah, se eu pudesse, não caía na tua conversa mole outra vez. Não dava mole à tua pessoa. Te abandonava prostrado a meus pés. Fugia nos braços de um outro rapaz. Mas acontece que eu sorri para ti, e aí…
Meu coração blindado limita as palavras que podem atingir.
Projota
Ando tropeçando em absurdos. Em desassossegos também. Tem gente que tirou o mês pra me chatear, me colocar pra baixo, me jogar em cima um amontoado de energias ruins. Tem gente que tem esse dom. De não ser feliz e querer enferrujar o sorriso alheio.
Não é sobre isso”, eu digo. Você molha a ponta dos dedos e apaga o cigarro. Eu me pergunto, rapidamente, se não seria mais fácil queimá-lo na língua ou atirá-lo na pia, mas você me interrompe mentalmente quando me olha fixamente. Eu perco foco. “É sobre o que?”, você pergunta. Porra, eu suspiro, inquieta, já não sabendo do que estava falando. Houve uma época boa, eu penso em dizer, mas do que eu estaria falando? Aliás, do que é que eu sempre estou falando? “Sobre insistir”, eu retomo um assunto que não existia. “Existir?”, você curva as sobrancelhas, desentendido, talvez desconfiado, um pouco cansado e sonolento. Eu reparo nos seus olhos e penso em como te acho bonito. “É”, balanço a cabeça. “É o que?”, você sorri. Eu te observo, boba. “Que?”, procuro o foco. Você ri. “São quase cinco da manhã”, eu comento, meio patética, tentando mudar o assunto que nem existia. “Tente descansar”, você ri. Eu puxo minhas meias, “Não estou com sono”, ou algo assim. “Então, vamos voltar a falar sobre fugir.”, ele sugere, se curvando sobre a cama e acariciando minha coxa. Eu observo seu olhar ardente sobre o meu, já não conseguindo observar. “Que se foda”, eu digo, me lançando sobre ele.

(Source: jornascimentto, via m4ni4c)
(Source: blogdotroll, via apenasmaisumrockstar)
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(Source: parafraseado, via lamour-et-blablabla)
Le ciel dans une chambre